Vertigem de tempo na leveza dos dias.
Esforço com paixão.
Mãos executando e se cansando, se casando...
Dos cafés para o vinho. E, no tinto argentino, novos aromas, novas idéias e a tristeza do não-saber.
Sempre com muita água. E muitos cigarros.
Por que cansas tão facilmente, Márcia?
Por que não cansas NUNCA?
Como ter intensidade e despreendimento no mesmo being?
A dualidade vira alimento na alma de quem pára de negá-la.
É puro combustível.
Transforma-se em grau de estabilidade e armadura.
Aqui dentro, estou aceita, inteira, orgânica.
O kaos, de verdade, está lá fora.
sábado, 11 de outubro de 2008
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